Sugestão

Vale a pena passar pelo União de Facto.

No meu iPod: Leve Beijo Triste

«Deixa que te leve
assim tão leve
Leve e que te beije
meu anjo triste
Deixo-te o meu canto
canção tão breve
Brando como tu
amor pediste»

Bolas…

Beautiful Day…Beautiful People

(Quase) Todos os dias são dias lindos.

O que é a Esclerose Múltipla? (Explicação ilustrada)

Um filmezinho sobre a Esclerose Múltipla.

A Primeira Visita ao Neurologista

A primeira visita ao neurologista, que depois do médico de clínica geral é quem vai passar o “certificado” de que a EM faz parte do nosso sistema, pode ser complicada.
Primeiro porque há sempre uma enorme carga emocional para quem espera ver confirmado um diagnóstico de doença incurável e com possibilidades de se tornar incapacitante.
Depois porque há uma série de questões que o “chôr Dôtor” quer ver respondidas, e que nem sempre são de resposta fácil, como por exemplo as seguintes:
-Quais são os sintomas?
-Quando foi a primeira vez que experimentou esses sintomas?
-Quanto tempo duraram?
-Quanto tempo entre o primeiro sintoma e o segundo?
E por aí em diante.
Claro que, para quem experimentou o primeiro sintoma há cinco ou seis anos, sem dar grande importância aos sintomas que iam acontecendo, é sempre complicado estabelecer uma data aproximada, e muito menos ter a certeza de quanto tempo duraram ou o espaço temporal entre eles, e isso pode ser frustrante tanto para o paciente como para o médico.
Depois há a escolha do tratamento, geralmente injecções, e o número de vezes que o doente está disposto a injectar- se. Na minha opinião, penso que o mais acertado será perguntar ao Neurologista qual deve ser a frequência. Normalmente as opções passam por uma ou três vezes por semana, ou uma injecção diária, dependendo do tipo de injecção receitada.
Eu fui última opção, um “xuto” subcutâneo por dia, para grande surpresa do médico que não estava à espera de tanto voluntarismo.
Com o tempo, e através do reconhecimento dos sintomas pelo próprio paciente, as respostas são mais fáceis e a relação paciente-médico torna- se mais aberta, transformando as consulta mais frutíferas para ambos.

Benvindo

Tinha um amigo na escola que se chamava Benvindo.
Um sujeito engraçado que gostava de dar uns pontapés na bola, como aliás quase todos os miúdos da nossa idade.
Mas o Benvindo não cabe nesta página, ou se calhar até cabe, porque enquanto dávamos os despreocupados pontapés na bola, o futuro nem nos passava pela cabeça. Ou se calhar até passava. O futuro era aquilo mesmo.
Aquela bola, que nem sequer era de cabedal porque essas só as víamos nas montras das lojas desportivas, era o presente, e o futuro o que lhe ia acontecer a seguir. O passe que sairia certo, o golo que se marcaria ou não, a grande defesa do puto gordo que quase sempre era “convidado” para assumir o papel do guarda-redes…
O futuro era o imediato porque preocupações eram para os mais velhos e, normalmente até nos passava ao lado, como os passes do Augusto “abençoado” com dois pés esquerdos que lhe tiravam qualquer oportunidade de passar uma bola decente.
O único que jogava mesmo bem era o Paulo. Sim, esse mesmo, que um dia brilhou pelos palcos do futebol mundial, mas que nessa altura nem sequer sonhava ou queria saber de voos tão altos.
O Benvindo só aparece nesta história porque, ao contrário do habitual, comecei este texto pelo título, e o resto saiu assim, de estalo, sem pensar.
E, por vezes, assim é que está bem.
O meu filho mais novo atravessa a fase que eu partilhei com o Benvindo, o Augusto e o Paulo.
E eu planeio estar por perto. Dele e das minha filhas, onde num país sem tradição de futebóis, até são as mulheres que dão lições de pontapé na chincha aos homens.
O que até nem foi o meu caso. O meu instrutor do curso de treinador de futebol foi um americano bom de bola, que também os há por cá, que teve que aturar a minha pausa para tomar a injecção diária de Copaxone e um comprimido para as tonturas.
Lá o raio da Esclerose Múltipla teve que enquisinar o primeiro dos três dias do curso que tirei para o meu filho levar comigo mais umas horitas como treinador adjunto da sua equipa.
Isto, meus amigos, porque a Esclerose Múltipla pode ser uma doença sem cura, mas não é nenhum bicho papão.
A vida continua, para não dizer a luta continua, até porque neste caso a vitória nem sempre é certa.
Mas mesmo nos tempos do pontapé da bola, quando em miúdos não nos preocupávamos com o futuro, eu, o Benvindo, o Augusto, o Paulo e o gordo na baliza, também não sabíamos se o jogo ia ser ganho ou perdido, e não era por isso que deixávamos de o jogar.
Espero que esta página sirva para fazer de todos nós, especiais porque a Esclerose Múltipla nos decidiu atazanar o sistema, uma fonte de inspiração e ajuda para os novos intervenientes neste jogo de resultado incerto.
Um abraço
Rui Geraldes

No meu iPod: Ele e Ela

E se não ganhámos o Eurofestival com Madalena Iglésias… bem podem esquecer.
Uma das melodias de sempre da música Portuguesa…sem espinhas.

No meu iPod: Crazy

Crazy
Crazy for feeling so lonely
Im crazy
Crazy for feeling so blue

I knew
Youd love me as long as you wanted
And then someday
Youd leave me for somebody new

Worry
Why do I let myself worry
Wondrin
What in the world did I do

Crazy
For thinking that my love could hold you
Im crazy for tryin
Crazy for cryin
And Im crazy
For lovin you

Michael Jackson

Tudo já se disse sobre Michael Jackson. Ainda muito há para dizer.
Quer se queira quer não, e eu nunca fui um incondicional, Michael Jackson marcou a minha geração.
Man In The Mirror…para recordar. Sem polémicas.

A Seguir Lance Armstrong no Twitter

Não é por nada, mas espero sinceramente que Lance Armstrong conquiste a Volta a França.